INSCRIÇÃO: 01400
 
CATEGORIA: JO
 
MODALIDADE: JO12
 
TÍTULO: Ensaio sobre a Loucura: um retrato da consciência
 
AUTORES: Gabriela Alves de Freitas (Centro Universitário Ritter dos Reis); Gabriela da Silva Fritsch (Centro Universitário Ritter dos Reis); Shalynski Zechlinski Rego (Centro Universitário Ritter dos Reis); Rogério Grilho da Silva (Centro Universitário Ritter dos Reis)
 
PALAVRAS-CHAVE: fotografia, loucura, revista, ,
 
RESUMO
A loucura pode ser mal interpretada, ser tabu e até incompreendida. Desta forma, o presente trabalho descreve o processo de desenvolvimento de um projeto prático de fotografia desenvolvido para ilustrar uma matéria de revista. O Ensaio sobre a Loucura procurou retratar o cenário da loucura no século XX, pois a imagem tem o poder de transmitir pontos de vista e sentimentos, assim como capturar momentos e servir de arquivo histórico de momentos.
 
INTRODUÇÃO
“Uma imagem vale mais que mil palavras”, já diria o ditado popular criado pelo filósofo chinês Confúcio. De acordo com o site Significados, a expressão é empregada para representar o poder da imagem em comunicar. Segundo Jorge Carlos Felz (2008), nas primeiras décadas do século XX a fotografia foi, gradativamente, substituindo as imagens em periódicos impressos, representando um marco para a sociedade. Enquanto antes só era possível visualizar aquilo que se presenciava, o emprego da fotografia em jornais e revistas veio para revolucionar, fazendo com que momentos pudessem ser gravados e fatos perdurassem, sobrevivendo frente ao passar do tempo. Desta forma, a escolha por esta ferramenta, a fim de ilustrar as ideias a serem transmitidas, se deu pela força que ela representa. O projeto de fotos, Ensaio sobre a loucura, foi criado como uma forma de conceber aquilo que está presente no íntimo do ser humano. Afinal, o que é loucura? Esta e outras indagações fizeram parte de uma grande reportagem que teve como cenário o Hospital Psiquiátrico São Pedro, instituição localizada no Rio Grande do Sul.
 
OBJETIVO
A imagem é uma ferramenta poderosa, que possui a capacidade de transmitir ideias e pontos de vista. Pode também representar momentos, sensações e sentimentos. Assim, o presente projeto prático teve como propósito a identificação da loucura no século XX, por meio de pesquisa e relatos envolvendo o Hospital Psiquiátrico São Pedro. O objetivo deste trabalho foi: de que forma podemos representar a essência da ‘loucura’? Os objetivos específicos elencados para a realização desta proposta foram: quais os conceitos que representam a loucura; e qual a imagem das pessoas tidas como loucas. As peças obtidas neste projeto foram utilizadas para ilustrar a matéria ‘Ensaio sobre a Loucura’, publicada em dezembro de 2016 pela Revista Universus 3ª edição. A publicação foi resultado das disciplinas Projeto Experimental: Revista e para a disciplina Redação Jornalística IV. Tendo a história do hospital como pano de fundo, buscou-se identificar termos e comportamentos que representassem a loucura. Tanto imagens como pesquisa e conteúdo, foram elaborados pelas autoras do presente trabalho.
 
JUSTIFICATIVA
Difícil de identificar, de aceitar e de realizar tratamento, a loucura ainda é um tabu na sociedade. Levianamente, brinca-se com seus termos, rotulando como “louco” aquele que difere do que o senso comum entende por “normalidade”. De acordo com a definição do Dicionário Priberam, loucura é um substantivo feminino que pode ser compreendido como: 1. Distúrbio, alteração mental caracterizada pelo afastamento mais ou menos prolongado do indivíduo de seus métodos habituais de pensar, sentir e agir; 2. Sentimento ou sensação que foge ao controle da razão. Desta forma, buscou-se realizar uma representação do íntimo do ser humano através de um conjunto de cenas que simbolizassem a loucura no século XX. Após pesquisas e entrevistas que descreveram de que forma as pessoas tidas como loucas eram percebidas nas primeiras décadas de 1900, viu-se a necessidade de criar uma forma que representasse aquele conteúdo. Boris Kossoy (2001, p. 25) afirma que a fotografia foi um dos resultados da revolução industrial, surgida em meio a um processo de transformação econômica, social e cultural. “A fotografia, uma das invenções que ocorre naquele contexto, teria papel fundamental enquanto possibilidade inovadora de transformação e conhecimento, instrumento de apoio à pesquisa nos diferentes campos da ciência e também coo forma de expressão artística” (KOSSOY, 2001, p. 25). De acordo com o autor (KOSSOY, 2001, p. 26), a fotografia também é a captura de uma expressão cultural dos povos. Através da representação de seus costumes, monumentos, mitos e fatos sociais e políticos, que são eternizados no papel – hoje na memória de um computador ou nuvem –, pode-se conhecer uma comunidade. Este projeto prático surgiu da necessidade de se ilustrar uma das matérias desenvolvidas para a 3ª edição da Revista Universus – material produzido pelos alunos de jornalismo da Uniritter. Também intitulada ‘Ensaio sobre a Loucura”, a reportagem teve como propósito traçar um panorama sobre a loucura no século XX. Dentre os assuntos levantados, apresentou-se um glossário de terminologias utilizadas à época para descrever as razões pelas quais uma pessoa era enviada ao São Pedro, bem como cita alguns casos reais de pessoas alienadas. O termo ‘alienado’ era a forma como eram chamadas os pacientes que ingressavam na instituição. Por consequência, os profissionais da saúde eram conhecidos como ‘alienistas’. Com o conteúdo finalizado, percebeu-se que imagens de banco não transmitiriam de forma rica e aprofundada as ideias levantadas no conteúdo. Assim, optou-se por criar um ensaio fotográfico que representasse o sentimento dos casos citados na reportagem. Para tanto, a pesquisa contou com o apoio da médica psiquiátrica e doutora em história, Nádia Maria Weber Santos. A profissional produziu a tese de doutorado “História de sensibilidades: espaços e narrativas da loucura em três tempos (Brasil, 1905/1920/1937)”. Em sua pesquisa, descreve como instituições psiquiátricas funcionavam nas primeiras décadas do século XX.
 
MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS
O presente trabalho é de natureza qualitativa, pois se compreende de uma revisão crítica do tema utilizando-se como método a revisão bibliográfica. A escolha por este meio se deu da necessidade de se aprofundar no tema loucura. Para compreender suas nuances e o cenário da realidade no século XX, utilizou-se como pano de fundo para entender a realidade, o Hospital Psiquiátrico São Pedro, pela proximidade e relevância da instituição no Rio Grande do Sul. Como fonte, foram utilizadas dissertações e teses produzidas no Estado que descreviam o funcionamento do hospital e o cotidiano daqueles que eram submetidos a ele. Como base para a construção do ensaio fotográfico, foi utilizada as descrições de casos elencados por Zelinda Scotti (2013) em sua tese de doutorado. Os casos serviram para compreender a essência da realidade vivida por estas pessoas. Seguem alguns casos: “Mulher, 33, casada, que foi internada pela primeira vez em 1909, na primeira classe. Sairia para assistência em domicílio, em 22 de abril de 1910, retornando em 26 de abril de 1910, e retirada alguns meses depois, em outubro de 1910. Ambas as vezes foi internada pelo marido. Em 1915, seria internada pelo genro, com o detalhe de que da 1ª classe passará consecutivamente para a 2ª classe, e, por fim, para a 3ª classe. Em 1940, passados vinte e cinco anos de internamento, Maria V. demonstrava em seus gestos ter incorporado a instituição: “passa os dias andando (...) [de um] lado para o outro, o corpo continuamente animado (...) [de um] movimento de balanço. Internada com o diagnóstico de loucura histérica com delírio sistematizado religioso associado”, seu comportamento inicial, possivelmente inconveniente para o marido, foi substituído por comportamento de apatia completa” (2013, p.55). Neste trecho é possível identificar o motivo pelo qual a pessoa foi submetida aos cuidados do São Pedro, o responsável e a evolução do caso. Muitas vezes, como coloca Zelinda, os pacientes eram internados por incapacidade da família em cuidar da pessoa, como demonstrado do relato a seguir. “Orlando, de 35 anos, solteiro, procedente de Porto Alegre, foi internado com diagnóstico de “degeneração psíquica alcoolismo com ideias de perseguição...”, no período de 1917 a 1931, vindo então a falecer. Em 26 de janeiro de 1931, foi enviada carta aos familiares informando que Orlando encontrava-se em estado grave (faleceria em 28 de janeiro de 1931). No envelope foi escrito que “esta casa não tem mais, foi feita nova há 6 anos e o vizinho que é antigo não soube dar informações” (2013, p.134). Sobre o São Pedro A arquitetura, que abriga mais de 130 anos de memórias, conduz pelos corredores muito mais do que as marcas do tempo. O Hospital Psiquiátrico São Pedro, primeira instituição psiquiátrica do Rio Grande do Sul, sustenta personalidades de uma época em que a loucura era o centro das atenções. Hoje, quem rege a áurea do São Pedro, são as histórias que permanecem entre as instalações do emblemático ambiente (CHEUICHE, 2004). Porque a fotografia? O poder da imagem faz com que esta ferramenta se torne uma importante aliada da imprensa. Mais do que documentar fatos, ela possui a capacidade de democratizar todas as experiências ao traduzi-las em imagens (SONTAG, 1983). O processo do uso da fotografia no jornalismo veio para complementar o trabalho e de exercer um serviço à comunidade. Para Felz (2008, p.2), “a fotografia documental, origem do moderno fotojornalismo, surgirá como resultado da criação original do fotógrafo, carregando, em si, a possibilidade de transformação social”. O autor também relaciona o uso da fotografia como uma forma de descrição da situação que está sendo presenciada. “Do ponto de vista histórico, podemos ver a fotorreportagem como a forma moderna do relato pictorial, que emprega os meios técnicos da fotografia para realizar a velha tarefa da comunicação visual. O conteúdo, os limites, e propósitos do relato são determinados pela própria declaração direta ou indireta, e é isto que também impõe um limite na propaganda, no exagero e na falsificação, como também no elemento puramente imaginativo que existe no relato de filmes e nas histórias em quadrinhos” (FELZ, 2008, p.2). Desta forma, autentica-se o que está sendo transmitido, tendo em vista que a fotografia é uma forma de capturar o real, a verdade. Além de proporcionar o registro de acontecimentos, com o objetivo de capturar um momento, a fotografia também tem o propósito de transmitir pontos de vista e sentimentos. Desta forma, a escolha por produzir um ensaio fotográfico, ao invés de realizar fotos do ambiente hospitalar se deu por esta necessidade de capturar a essência da realidade das pessoas que por lá passaram.
 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO OU PROCESSO
O processo da escolha do tema, o qual originou este trabalho se deu no início da disciplina Redação Jornalística IV. Ao final do semestre, organizados em pequenos grupos, os alunos deveriam entregar uma grande reportagem que seria publicada na Revista Universus, produto semestral elaborado pelos alunos do curso de Jornalismo da UniRitter. Para tanto, em um primeiro momento, os estudantes tiveram que elaborar pautas que julgassem convenientes para um produto jornalístico que fosse, ao mesmo tempo, interessante, de relevância para o público-alvo – alunos do centro universitário –, e atemporal, com descrição, justificativa, possíveis entrevistados e referências de interesse – que poderiam ser sites, matérias publicadas em outros veículos e até relatórios de informação pública. Após a explanação sobre os temas elaborados, os alunos ranquearam os assuntos, do que achavam mais relevante e interessante, para o menos. Com base no ranking, foram escolhidas as matérias que comporiam a 3ª edição da Revista Universus. Assim, os alunos se organizaram, e dividiram os assuntos em grupos. O presente grupo se prontificou a fazer um panorama sobre a loucura no século XX. Como ponto de partida para construir este cenário, utilizou-se a história do Hospital Psiquiátrico São Pedro como pano de fundo. Inaugurado em 1884, a instituição recebia os ‘alienados’, forma como eram conhecidas as pessoas de “segmentos sociais excluídos dos padrões de comportamento elegidos pela sociedade”, afirma o Edson Medeiros Cheuiche (2004), historiador do Serviço de Memória Cultural do São Pedro. Edson coloca que, por muitos anos, o hospital recebia pessoas que eram negligenciadas pela família e poder público. O processo iniciou com uma visita ao hospital, a fim de se conhecer o interior e pesquisar os registros onde foram cadastrados os pacientes internados. Devido a burocracia envolvendo a instituição, a permissão para realizar fotografias no interior do prédio, para fins acadêmicos, deveriam passar pelo comitê de ética, tanto do centro universitários quanto da instituição de saúdo. Assim, optou-se por recriar o cenário da instituição a fim de se retratar o sentimento das pessoas que, ali, muitas vezes, eram reclusas, ate o fim de suas vidas. O processo de construção deste projeto fotográfico iniciou com uma busca na ferramenta de pesquisa Google, por imagens que remetessem à ideia de loucura e suas derivações. Foram buscadas referências tanto em relação a posições, como à estética para as imagens. Com estas ideias em mãos, planejaram-se quais as imagens seriam produzidas. Como modelo para o ensaio, escolheu-se uma das integrantes deste grupo. As demais integrantes realizaram a produção e as fotos. Foram elencados também elementos que auxiliariam na reconstrução do cenário, como camisola e tecido branco, correntes, cadeados e um urso de pelúcia. Para contextualização da atmosfera representada pelas imagens, será citado um trecho da tese de doutorado de Zelinda Rosa Scotti, intitulada “QUE LOUCURA É ESSA? Loucas e loucos italianos no Hospício São Pedro em Porto Alegre/RS (1900-1925)”. Em seu estudo, Zelinda transcreve trechos dos livros de registro do hospital, onde se descrevia o motivo de entrada do paciente, tratamento, avanços e resultados. “Mulher, solteira, 31 anos. Quando internada em 1919, falava outro idioma: o alemão. O alienista anota em 1931 que não tinha como levar adiante o interrogatório, pois a paciente não falava português. Maria E., internada com diagnóstico de “psicose epiléptica”, segundo a enfermeira, nunca teria apresentado crises convulsivas no HSP. Ainda assim, o médico a mantém no hospício, anotando em seu prontuário: 13 de novembro de 1931: Sem modificação. 4 de maio de 1933: Estado mental sem alteração. 13 de julho de 1933: Sem alteração. 6 de setembro de 1933: Idem, idem. 9 de janeiro de 1934: Idem, idem. 6 de abril de 1934: Idem, idem. 4 de maio de 1934: Idem, idem. 5 de julho de 1934: Idem, idem. 6 de setembro de 1934: Idem, idem. 9 de novembro de 1934: Idem, idem28 de dezembro de 1934: Idem, idem. 25 de janeiro de 1935: Mesmo estado mental. ? de fevereiro de 1935: Idem, idem. 11 de abril de 1935: Idem, idem. 21 de maio de 1935: Revisada, sem modificação do estado mental. 22 de junho de 1935: Revisada, apresenta-se (...), responde muito pouco, sempre de cabeça baixa. 26 de outubro de 1935: Faleceu as 7 horas de hoje. Estado de mal epiléptico. Colapso cardíaco. 26 de outubro de 1935: Alta por falecimento. O médico, mesmo tendo conhecimento de que não possuía quadro sintomático que justificasse sua permanência no HSP, não promoveu sua alta. Estava traçado pelo alienista o futuro desta paciente: permaneceria internada até o término de sua vida, e quem assim o decidiu foi(ram) o(s) médico(s) que a examinou(ram). Um detalhe a salientar é que a palavra idem é anotação do próprio médico, passando uma noção de trabalho meramente burocrático” (2013, p.57). Zelinda apresenta em seu trabalho alguns dos casos que foram admitidos no São Pedro, mostrando, assim, que as razões de admissão, muitas vezes, eram aleatórias. As imagens foram realizadas no laboratório de fotografia da Faculdade de Jornalismo da Uniritter com equipamento do local. Sob orientação do professor Rogério Grilho, as imagens foram feitas à noite, em horário de aula. Para a construção da ambientação desejada, trabalhou-se com jogo de luz e projeção de imagens, obtidas no Google. As imagens foram projetadas na parede para compor a estética desejada pelas alunas Após a sessão, as imagens foram tratadas no software Adobe Photoshop, também disponível no laboratório da faculdade. Para a escolha dos títulos de cada peça, buscaram-se os sinônimos de loucura, conforme mostra o portal Dicionário Online Português. Duas das imagens foram feitas na área externa do hospital e ajudam a criar a atmosfera esperada para o projeto. O conjunto de nove peças se intitula Ensaio sobre a Loucura. As peças que o compõe são: Desvario; Loucura; Sombras; Mil Faces; Insânia; Infância Alienada; Delírio; Atrás dos Muros do São Pedro; e Fachada Hospital Psiquiátrico São Pedro.
 
CONSIDERAÇÕES
O projeto prático de fotografia foi desenvolvido com o propósito de ilustrar uma matéria sobre a loucura no século XX. Utilizamos para tanto os princípios do fotojornalismo, que se remetem à captura de um instante na história. Tendo como base materiais e estudos que originaram uma reportagem publicada na Revista Universus, o ensaio foi concebido e produzido com o intuito de retratar a essência da realidade vivida por pacientes do Hospital São Pedro. O resultado deste projeto foram nove imagens produzidas com o objetivo de transmitir o sentimento e o ponto vista daqueles que passaram pela situação de serem alienados. Este exercício de imersão em uma realidade que, normalmente, grande parte das pessoas não entram em contato fez com que se pudesse conhecer e compreender esta realidade. A possibilidade de ter empatia e de se colocar no lugar do outro – como foi feito para a criação deste projeto, é uma experiência diferente da vivida na profissão de jornalismo que, muitas vezes, se limita apenas a recontar os fatos, sem tentar compreender motivações e objetivos.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁICAS
CHEUICHE, Edson Medeiros. 120 anos do Hospital Psiquiátrico São Pedro: um pouco de sua história. Revista de Psiquiatria do Rio Grande do Sul. Nº 26, pág. 119-120. 2004. Disponível em: http://www.scielo.br/pdf/rprs/v26n2/v26n2a02.pdf

FELZ, Jorge Carlos. A fotografia de imprensa nas primeiras décadas do século XX – o desenvolviemnto do moderno fotojornalismo. Trabalho apresentado ao GT História da Mídia Visual do VI Congresso Nacional de História da Mídia – Niterói (RJ). Disponível em: http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/encontros-nacionais/6o-encontro-2008-1/A%20fotografia%20de%20imprensa%20nas%20primeiras%20decadas%20do%20seculo%20XX.pdf. Visualizado em 17 de abril de 2017.

KOSSOY, Boris. Fotografia & História.2. ed. rev. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001. Disponível em: https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=lZ83IeRyy1oC&oi=fnd&pg=PA15&dq=fotografia&ots=sD1rXDsi78&sig=cdKsJBVxWbETmEgQtU0cKHd22Kg#v=onepage&q=fotografia&f=false

Loucura. Dicionário Priberam. Disponível em: https://www.priberam.pt/dlpo/loucura

O que significa a frase Uma imagem vale mais que mil palavras. Significado. Disponível em: https://www.significados.com.br/uma-imagem-vale-mais-que-mil-palavras/

SANTOS, Nádia Maria Weber. História de sensibilidades : espaços e narrativas da loucura em três tempos (Brasil, 1905/1920/1937). Disponível em: http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/12741/000474599.pdf?sequence=1

SCOTTI, Zelinda Rosa. QUE LOUCURA É ESSA? - Loucas e loucos italianos no Hospício São Pedro, em Porto Alegre/RS (1900-1925), Porto Alegre, 2013. Disponível em http://repositorio.pucrs.br/dspace/bitstream/10923/5504/1/000450815-Texto%2bCompleto-0.pdf

Significado de Loucura. Dicionário Online Português. Disponível em: https://www.dicio.com.br/loucura/

SONTAG, Suzan. Sobre fotografia. Companhia das Letras, 1983. Disponível em https://books.google.com.br/books?hl=pt-BR&lr=&id=KACoBAAAQBAJ&oi=fnd&pg=PT3&dq=fotografia&ots=V2Vrx65R0K&sig=jAswe1EuyWpMUR2KHrytVtMJzYQ#v=onepage&q=fotografia&f=false