INSCRIÇÃO: 00917
 
CATEGORIA: JO
 
MODALIDADE: JO12
 
TÍTULO: "Caminhos Invisíveis: Narrativa audiovisual com fotografia jornalística sobre o cotidiano de catadores de recicláveis"
 
AUTORES: Yuri de Oliveira Higuchi (Universidade do Sagrado Coração); Denise Paula Cardoso Almeida (Universidade do Sagrado Coração); Caroline Aparecida Ayala Silvestre (Universidade do Sagrado Coração); Giovana Alves (Universidade do Sagrado Coração); Guilherme Torres da Silva (Universidade do Sagrado Coração); Érica Cristina de Souza Franzon (Universidade do Sagrado Coração); Érica Cristina de Souza Franzon (Universidade do Sagrado Coração)
 
PALAVRAS-CHAVE: Catadores, Experimentalismo, Fotojornalismo, Narrativa audiovisual, Meio-ambiente
 
RESUMO
"Caminhos Invisíveis" é um trabalho de fotojornalismo que experimenta a expansão da fotografia por meio de uma narrativa audiovisual para a mídia digital. A narrativa é produzida com uma sequência de imagens, vídeos e áudios, com uso de artes gráficas, que registram o cotidiano de catadores de materiais recicláveis na cidade de Bauru. A ideia é evidenciar o percurso e as ações dos catadores, desde o recolhimento de materiais recicláveis nas ruas, os riscos que estão expostos no trânsito, bem como apresentar os resultados do uso desses materiais pelas mãos de artesãos. Ao dar visibilidade à rotina desses catadores, por meio desta narrativa, pretende-se, por um lado, valorizar seu papel na cadeia de reciclagem e, por outro, experimentar as tecnologias no ambiente digital com a criação de uma nova narrativa fotojornalística.
 
INTRODUÇÃO
Essa narrativa, com uso de fotografia jornalística entrecruzada com áudio e vídeo, evidencia a problemática da invisibilidade social centrada nos catadores de recicláveis, realçando sua importância social e ambiental. De acordo com o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), o Brasil tem entre 400 mil e 600 mil catadores. Eles realizam um serviço de utilidade pública, já que com a coleta do lixo e a reciclagem, diminui a quantidade de materiais descartados em lixões e aterros. Mesmo com essa tarefa essencial, essa atividade é realizada de maneira precária, com riscos de contaminação e transmissão de doenças. Mas são eles, os catadores, que coletam, separam, transportam e possibilitam, o que é considerado lixo e inútil, transformar-se em mercadoria com valor de uso e de troca. De acordo com Medeiros e Macedo (2006), essa dura realidade que caracteriza as condições de trabalho do catador se insere na percepção de "exclusão por inclusão", na qual o catador é incluído socialmente pelo trabalho, mas excluído pela atividade que desempenha. Essa relação social ambígua resultou em uma "invisibilidade" histórica desses atores, seja pelo poder público, seja pela sociedade, o que acaba isolando-o em espaços de concentração de pobreza e com pouco ou nenhum acesso à serviços públicos de qualidade. (MEDEIROS; MACEDO, 2006 apud IPEA, 2013). Em "Caminhos Invisíveis", a narrativa é pensada além da captura das imagens, centrando-se também no diálogo proposto entre fotografia, áudio e vídeo. Fiuza e Parente (2008) apontam a necessidade de reflexão sobre a conexão entre as imagens no processo de edição. A possibilidade de fazer filmagens com a câmera fotográfica abriu um campo para a criação de novas linguagens e formatos no fotojornalismo.
 
OBJETIVO
Objetivo Geral O objetivo central deste trabalho é evidenciar a importância do catador de materiais recicláveis, dando visibilidade ao trabalho realizado por esses atores, por meio de uma narrativa audiovisual para mídia digital feita com fotografia. Neste contexto onde germinam novos modelos, a internet se tornou fator considerável na difusão de informações, principalmente pela velocidade dessa difusão e pelo engajamento oferecido a milhões de receptores (BARBALHO, 2016). As fronteiras entre as mídias estão se borrando, como afirmou Santaella (2016). Neste percurso, entre o analógico e o digital, a narrativa fotojornalística também vem sendo impactada, bem como está se modificando a forma de visualizar imagem e narrativa. Dos clássicos modos de narrar no fotojornalismo, os dias atuais reafirmam a ideia de que fotografar é mais do que apertar o botão. Com as possibilidades de unir a fotografia à outras linguagens, o momento apresenta um desafio para a produção de conteúdo fotojornalístico. –, as câmeras acopladas em celulares facilitaram o registro por amadores, como também para o fotógrafo, que vê a necessidade de expandir suas habilidades para compreender as linguagens fronteiriças do audiovisual que estão em diálogo com a fotografia. Embora os diálogos entre fotografia e outras linguagens não sejam novos, as tecnologias tem trazido novos modelos e formatos para o fotojornalismo. Objetivos específicos •Contextualizar, por meio da fotografia, a inserção do catador de recicláveis no meio urbano, evidenciando as dificuldades no decorrer do seu trabalho durante o dia. •Conscientizar sobre o papel fundamental da gestão de resíduos e da separação do lixo. •Entrecruzar fotografia, áudio e vídeo em uma narrativa capaz de impactar receptor. •Refletir sobre novos modelos de fotojornalismo na mídia digital.
 
JUSTIFICATIVA
"Caminhos Invisíveis" coloca em cena o personagem invisível, o catador de materiais recicláveis no centro da narrativa para mostrar seu cotidiano que começa quando o sol nasce e percorre o dia ao som de buzinas e em meio a carros de um centro urbano. Esse trabalho serviu de reflexão, primeiro, para a equipe que produziu a narrativa, que precisou fazer o percurso dos catadores para sentir na pele como era a rotina deles do início ao final do dia. O tema da gestão de resíduos é tratado em campanhas municipais, em trabalhos escolares no ensino fundamental e médio e até em temas de vestibulares, no entanto, a temática insere-se em outro modelo ao se fazer uma narrativa que experimenta o fotojornalismo em um momento de migração digital para uma plataforma multimídia. Além disso, a narrativa construída, busca rebater o preconceito e a desvalorização existente na sociedade sobre os catadores de materiais recicláveis que enfrentam, ao mesmo tempo, a discriminação em conjunto com a invisibilidade social. Segundo o autor Luiz Eduardo Soares, em seu livro "Cabeça de Porco", ser invisível é não existir em um ambiente ou não fazer parte do mesmo, no mesmo momento em que se está presente. [...] Ver e ser visto são duas faces de uma mesma moeda, em geral, nos encontros humanos. Por isso, as histórias de espionagem nos fascinam e mobilizam tanto. Elas dividem a unidade da experiência social em duas partes: um personagem vê (sem ser visto) e o outro é visto (sem ver e sem saber-se visto). A solução da trama depende do esforço titânico do protagonista que, no último capítulo, consegue inverter a posição relativa dos personagens, redefinindo a equação: quem observa quem, afinal. (SOARES, 2008, p.165). A utilização de imagens mostra o sentido verdadeiro dos fatos, vivido simultaneamente ao registro, podendo assim mostrar a realidade vivida pelos catadores. A invisibilidade vivenciada por essas pessoas pode ser assimilada ao preconceito. Em outro ponto de seu livro, o autor Luiz Eduardo Soares menciona e explica essa invisibilidade dessa maneira, quando uma pessoa é estereotipada por sua aparência, e não pelo que ela realmente é ou pela importância de sua atividade. [...] A invisibilidade decorre principalmente do preconceito ou da indiferença. Uma das formas mais eficientes de tornar alguém invisível é projetar sobre a ele ou ela um estigma, um preconceito. Quando o fazemos, anulamos a pessoa e só vemos o reflexo de nossa própria intolerância. Tudo aquilo que distingue a pessoa, tornando-a um indivíduo; tudo o que nela é singular desaparece. (SOARES, 2008, p. 165). Desta forma, a narrativa fotojornalística produzida, justifica-se por envolver uma temática rodeada pelo preconceito existente entre essas pessoas e suas funções, e a necessidade de refletir sobre o assunto por meio de outros modelos no jornalismo, outras formas de narrar. Vale ressaltar o comprometimento de cada aluno com o tema, o que mostra a sensibilidade, visão jornalística e humana a respeito aos catadores e às questões que envolvem o tema.
 
MÉTODOS E TÉCNICAS UTILIZADOS
"Caminhos Invisíveis" foi desenvolvido na disciplina de Fotojornalismo, tendo como base estudo sobre o uso das técnicas de enquadramento, planos, foco e angulação, história da fotografia e do fotojornalismo, ensinadas na disciplina de Introdução à Fotografia, no terceiro semestre do curso de Jornalismo da Universidade do Sagrado Coração (USC – Bauru, SP). A partir da fundamentação teórica e prática das aulas do curso, o grupo experimentou unir o fotojornalismo a outras linguagens para construir a narrativa, visando a migração fotográfica para a plataforma multimídia. Neste percurso para desenvolver o paper e o produto, foram realizadas pesquisas sobre a história da Fotografia, do Fotojornalismo e de novos modelos de fotojornalismo na mídia digital. Em seguida, o grupo definiu quais assuntos e conceitos seriam abordados no trabalho. Tivemos como base, para construção da narrativa "Caminhos Invisíveis", outros trabalhos realizados por fotógrafos reconhecidos pela excelência e relevância de suas produções. Entre eles, buscamos a referência de trabalhos como dos fotógrafos brasileiros João Wainer, com o vídeo "Marginália" (2004), e Gustavo Pellizzon, com "Flamengo" (2009), e a experiência da Magnum In Motion. As referências audiovisuais mencionadas são exemplos do uso da fotografia jornalística em expansão. A partir desses modelos, o grupo planejou e fundamentou a produção de "Caminhos Invisíveis". A escolha do título "Caminhos Invisíveis", remete ao percurso realizado por esses personagens que são excluídos e caminham à margem da sociedade. O título também faz referência à relevância existente por trás do trabalho realizado pelos catadores de recicláveis, que prestam um serviço social e ambiental. No princípio, o grupo pensou em mostrar o trajeto dos catadores de matérias recicláveis, evidenciando as dificuldades enfrentadas por eles. Porém, com o aprofundamento das pesquisas e discussões do grupo com a orientadora do trabalho, pensou-se na montagem de uma narrativa que mostrasse dois aspectos do processo envolvido na atividade dos catadores: a coleta e a utilização dos materiais por artesãos. Para fazer o registro das imagens dos catadores de recicláveis, os fotógrafos optaram pelo horário de trabalho de dois catadores de recicláveis convidados para participar como personagens da narrativa, acompanhando-os em um dia de trabalho. Participam da narrativa, os coletores Ataliba Dias, 42 anos e Adriana da Silva, 32 anos. A partir da experiência prática, ao vivenciar a rotina dos catadores, decidimos ir além do trajeto feito por eles, e exploramos um universo mais amplo, que desse finalidade a todo material reciclado. Buscamos, através da fotografia, mostrar o ambiente de um depósito de materiais recicláveis (ferro velho), contextualizando o receptor com características desse local e, tornando visível o trabalho de separação de todo material coletado desenvolvido pelos responsáveis desse depósito. Além desse contexto e processo de separação dos materiais, encerramos a narrativa mostrando o processo de reaproveitamento dos recicláveis para a produção de arte e artesanato. Captamos imagens sobre o trabalho desenvolvido no Projeto Seara de Luz, localizado na periferia Ferradura Mirim, em Bauru – SP, e sobre os produtos artísticos e artesanais realizados pela Mariângela Losano, dona da loja virtual "Necarte" (http://www.necarte.com.br). Para a montagem da narrativa foi pensado um roteiro que mostrasse o trajeto, o trabalho, o lixo encontrado no caminho, assim como a exibição de materiais reutilizados em forma de arte. O objetivo dessa montagem, com cenas curtas, entrecruzadas, na sequência das imagens, tem a intenção de despertar o interesse do receptor para as próximas cenas da narrativa, fazendo-o questionar sobre o sentido das fotografias de lixo em determinados pontos do vídeo. Visto que, a ideia desse experimentalismo com a fotografia baseia-se em uma linha cronológica de fatos, abordando, sequencialmente, a coleta dos materiais, a separação e a reutilização artística e artesanal. Para a realização do trabalho os fotógrafos utilizaram de materiais próprios, mas tiveram total apoio e disponibilidade de horários dos técnicos para edição e montagem das fotografias, vídeos e áudios. Foram utilizados em geral, os seguintes equipamentos: •2 Câmera Canon T3-i; •2 Objetivas Canon 18-55 mm; •1 Objetiva Canon EF - 50 mm – f/ 1.8; •2 Câmeras GoPro Hero 3 (para filmagem); •2 Celulares, Iphone 5s e MotoG3 (para captação de áudios); •4 Cartões de memória 8GB;
 
DESCRIÇÃO DO PRODUTO OU PROCESSO
Para fazer "Caminhos Invisíveis" o primeiro passo foi procurar o contato com duas fontes. Queríamos dois personagens, um homem e uma mulher. Os integrantes, Yuri Higuchi e Giovana Alves optaram por realizar a busca dessas fontes em depósitos de materiais recicláveis. Foram visitados, ao todo, três desses lugares, sendo dois deles localizados em uma periferia de Bauru, e o outro localizado próximo ao centro da cidade. A catadora de materiais reciclados, Adriana da Silva, 32 anos, foi fotografada na terça-feira, dia 08/11/2016, e o Sr. Ataliba Dias, 42 anos, fotografado na sexta-feira, dia 11/11/2016. Ambos foram contatados uma semana antes, confirmando e aprovando a exposição da imagem neste trabalho. O intuito da utilização de mais de um meio para a captação de material, foi o de contextualizar e ampliar os sentidos (visão e audição) do receptor para o produto, estabelecendo uma ligação amplificada do ambiente e dos personagens abordados. São estabelecidos, no decorrer da narrativa, dois ambientes diferentes, em que os personagens percorrem e/ou trabalham. Como exemplo, no ensaio com o Sr. Ataliba, fotografamos toda a trajetória de coleta, desde o ponto de partida até sua despedida. No ensaio realizado com Adriana e dentro do depósito, mostramos o ambiente do ponto de chegada, de separação dos materiais reciclados. Por último, nos ensaios realizados no Projeto Seara de Luz, em Bauru – SP, e no Ateliê Necarte, em Piratininga – SP, mostramos a finalidade dada aos materiais recicláveis por meio do artesanato e da criatividade, dando o foco para a produção e para os detalhes da elaboração de diversos produtos artesanais e artísticos. Os ensaios exigiram, além da agilidade em fotografar os detalhes dos personagens, também o esforço físico dos fotógrafos, que se deslocaram a pé para a captura das imagens, no ensaio realizado com o Sr. Ataliba Dias, do qual percorremos o trajeto feito por ele durante a coleta. Totalizamos cerca de quinze horas de registro fotográfico. Os fotógrafos procuraram revezar as funções durante os ensaios, para a captura de angulações e enquadramentos diferentes, além da gravação de sonoras e vídeos dos entrevistados. Foram capturadas cerca de 2200 fotografias, 12 vídeos e 10 áudios, passadas por um processo de seleção e edição para dar início à montagem audiovisual. Para a elaboração da narrativa em movimento, contendo o conteúdo selecionado, o grupo optou por selecionar cerca de 1500 fotos, cinco vídeos e duas sonoras que contextualizassem o receptor com a mensagem a ser transmitida. As filmagens são inseridas no decorrer do vídeo, a fim de quebrar o padrão da utilização de imagens congeladas. A trilha sonora escolhida é "Da lama ao caos", do grupo musical Nação Zumbi, devido ao contexto e a ligação que o mesmo tem com o tema abordado. A narrativa foi produzida e editada no laboratório da TV Acadêmica, da Universidade do Sagrado Coração, com acompanhamento dos técnicos responsáveis pelo local. O uso dos retratos foi utilizado para apresentar, de forma legendada, os personagens. Todas as fotografias e vídeos são exibidos em coloração natural, sem adição de efeitos em preto e branco, a fim de mostrar melhor os detalhes dos catadores de material reciclável e do ambiente em que transitam. O uso de enquadramentos e planos geral, médio, plongeé e contra-plongeé, detalhe, entre outros foram explorados pelos fotógrafos durante os registros. A narrativa produzida tem duração de três minutos, ritmados pelo trabalho de cada personagem e pela contribuição relevante de cada um dentro de um ciclo sustentável e social. Ao final, a proposta da narrativa foi evidenciar uma sequência, contando uma história no decorrer do vídeo, buscando transmitir a informação para o receptor e conectá-lo, por meio de sensações causadas pela montagem, aos ambientes visitados, à rotina dos catadores e aos resultados da coleta, transformados pelas mãos dos artesãos.
 
CONSIDERAÇÕES
A partir realização deste trabalho o grupo pode desenvolver maior percepção sobre o cotidiano dos catadores, consequentemente maior responsabilidade social tendo em vista a vivência, mesmo que rápida, dos diversos problemas e situações vividas por esses trabalhadores. Pode-se também, identificar alguns valores socioculturais e éticos acerca da população e das pessoas, a fim de retratar com respeito a atividade de coleta e seus protagonistas. No aspecto profissional e acadêmico, o grupo desenvolveu habilidades na captura de fotografias, tendo como base os conceitos e aplicações do fotojornalismo, a partir dos registros realizados, destacando a agilidade e a ampliação do olhar fotográfico diante de questões relacionadas à produção de lixo e formas de descarte, fazendo-nos refletir sobre o consumismo e o modo como nos relacionamos com determinadas tarefas e atividades profissionais. O resultado obtido foi satisfatório e pertinente à proposta o grupo estabeleceu para a elaboração da narrativa com uso de fotografia entrecruzada com vídeo e áudio. Mesmo com os desafios enfrentados para a execução do trabalho, desde o contato com as fontes, que não tinham celular para combinar e confirmar o encontro, e com o desenvolvimento de novas habilidades, além do registro fotográfico, até a aplicação prática da experimentação com a fotografia jornalística, acredita-se que o objetivo geral e específicos foram alcançados com êxito.
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁICAS
AUMONT, Jacques. A estética do filme. Campinas, SP: Papirus, 1995.

BARBALHO, Marcelo L. Som e movimento na expansão do fotojornalismo. XXV Encontro anual da Compós, 2016. Anais. Goiânia: Universidade Federal de Goiás, 2016. Disponível em: http://www.compos.org.br/biblioteca/cinemafotografiaeaudiovisual.compos2016.arquivocomautor ia_3365.pdf. Acessado em 10 de abril de 2017.

BUITONI, Dulcilia S. Fotografia e jornalismo: a informação pela imagem. São Paulo: Saraiva, 2011.

SANTAELLA, Lucia. (Org.). Novas formas do audiovisual. São Paulo: Estação das Letras, 2016.

SOARES, Luiz E.; BILL, Mv; ATHAYDE, Celso. Cabeça de Porco. 1. Ed. Rio de Janeiro: Objetiva, 2005.

VILCHES, Lorenzo. A migração digital. São Paulo: Loyola, 2003

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