Rede de proteção aos jornalistas

Em 2 de novembro foi celebrado o Dia Internacional pelo Fim da Impunidade dos Crimes contra Jornalistas, data criada pela ONU em 2013. O Brasil é, segundo as Nações Unidas, o oitavo país em que há mais homicídios de jornalistas, com baixa taxa de solução dos crimes. Em função dessa realidade, foi lançado pela Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji) o Programa Tim Lopes de Proteção a Jornalistas, iniciativa que busca jogar luz sobre as investigações de assassinatos, tentativas de assassinato e sequestros de jornalistas, além de dar continuidade às reportagens interrompidas por criminosos com o intuito de impedir a sua publicação.

Em sua primeira fase, concluída com o lançamento do documentário “Quem matou? Quem mandou matar?”, o programa resgatou as histórias dos assassinatos dos repórteres Gleydson Carvalho, Djalma Santos, Rodrigo Neto, Walgney de Carvalho, Paulo Rocaro e Luiz Henrique ‘Tulu’, ocorridos entre 2012 e 2015 no interior do Brasil. O próximo passo é montar uma rede de jornalistas que irá apurar cada caso de assassinato, sequestro ou tentativa de assassinato ou sequestro de jornalista no país.

Para conhecer o programa, acesse http://www.abraji.org.br/

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